sexta-feira, 3 de junho de 2011

The Path

O Caminho do Espírito é muitas vezes errante, em zigue-zague, em circunferência. Entramos, por vezes, em armadilhas - loops - criadas por nós mesmos. A Luz nos ofusca, o breu da origem nos é mais cômodo, já que é a lembrança mais próxima que temos do que consideramos "tudo".

No entanto, à medida que ascendemos, que mesmo sem a necessária visão galgamos os degraus da escada, somos apresentados a uma verdade contínua, isto é, que revela-se proporcionalmente à ascese. Então, muito é pedido a quem muito é dado. O erro, parte do caminho, revela-se-nos proibido; nós espíritas não podemos errar, ao contrário, temos de ser agora aquilo que aspiramos ser um dia, portanto esquecemos de perceber as belezas do Caminho (), negamo-nos percorrê-lo e combater o bom combate, negamos o 武士道 - (Bushido) Caminho do Guerreiro.

E se o livre arbítrio é conquista, o bem é dever. Maior ainda para aqueles que dentro desta esfera estão investidos da profissão de guerreiro. Devemos aí introduzir o Evangelho, uno e perfeito Código ao qual nem os efeitos dos evos deterioram os postulados.

Devemos unir o ocidente ao oriente de nossas personalidades, unir o In ao Yo, o Yin ao Yang.

Devemos seguir o Mestre Incomparável!

Muita Paz!

Multe Pacon!

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